Mostrando postagens com marcador Eu e a minha vida---assim---a modos que. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eu e a minha vida---assim---a modos que. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Ano novo 2016

Post meu que quero guardar publicado no facebook no dia 31 de Dezembro 2015:

Desejo a todos um Feliz Ano de 2016! Muita saúde, paz, amor e compaixão!
E desejo que todos tenhamos a capacidade de acreditarmos em nós próprios, de não desistirmos quando o peso do mundo se abate sobre os nossos sonhos. E mesmo quando estivermos errados, tenhamos a coragem de parar e de recomeçar com a mesma força impulsionadora que nos leva a procurar a felicidade.
Saibamos reconhecer e retribuir o amor na mesma proporção a todos e, principalmente, àqueles que todos os dias nos lembram que "You are Loved".
(You know who you are!)
Sejamos capazes de proporcionar a paz em nosso redor, dar e receber o amor e praticar a compaixão.
O sol continuará a brilhar em 2016!
Façamo-lo brilhar mais intensamente para que todos os seres possam beneficiar dessa luz!
FELIZ ANO 2016!


terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Reflexão 2015

Uma reflexão sobre o ano 2015.

Poderia dizer que não foi um ano bom em termos de resultados, mas aí teria um conjunto de vozes a lembrar-me que "Não foi bom nem mau, foi o que foi".
É isso...
Foi diferente.

Perdi muita coisa. Muita mesmo...
Perdi o meu pilar de 15 anos. Perdi a confiança e ganhei a desilusão inesperada. Perdi a doce ingenuidade e a esperança no amor eterno. Perdi o sonho e "aquele" futuro.
Perdi aquele "amor". Ganhei um vazio.

Originei zangas, discussões e desentendimentos ao meu redor. Deixei que me afogassem em palavras e acções desconcertantes. Mergulhei nas profundezas do meu lado Sombra. Descobri o meu lado Sombra.

Andei perdida. Perderam-me...

Mas...
Tudo o que deixa um vazio, deixa espaço. Espaço para o novo. Para uma infinidade de coisas novas. E elas vão surgindo. Bem devagarinho. Bem silenciosas.

E nas profundezas do meu lado Sombra, aprendi, continuo a aprender. Trago tudo à superfície e liberto-me. Vejo com maior clareza. Conheço-me e conheço a verdade. Permito-me mergulhar de novo e trazer à luz o que é preciso mostrar-se para se dissipar ao sol.
E o Sol brilha. E vai brilhar.
E eu vou brilhar com ele em 2016.

domingo, 11 de outubro de 2015

Não sei como voltar.
Não sei quem sou.
Estou a tentar descobrir-me, parada, no meio de uma feira de venda de artigos, com todos a impingirem-me aos berros o que devo ou não comprar.
E eu não me estou a conseguir ouvir.
Não estou a conseguir respirar.
As vozes sufocam-me o pensamento.
Tudo gira... gira... carrossel.
Mas eu não consigo acompanhar... não consigo parar.
E a feira continua...

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Desconstruir

Porque a vida não é só cores e boa disposição. Hoje é um post diferente.

Sinto-me sem paciência, irritada, cansada, farta... Só me apetece sacudir-me e tirar toda a poeira e toda a coisa colada em mim que se agarra tipo cola e teima em desaparecer.
Sinto-me pesada.
Sinto um turbilhão de reclamações em cima. De cobranças. De pressões.
Não sou a mesma. Nop.
Mas há coisas que "estou" e que não quero "estar" e não quero que se transformem em "ser". E há outras que sou agora, que quero ser agora, mas não desta forma.
Isto é uma confusão mental de conceitos que preciso desconstruir.
Aliás, preciso de desconstruir-me e, de seguida, montar-me de novo.  De forma limpinha, levezinha, colorida!
Preciso de desconstruir todo este turbilhão perdido do meu ser e depois, peça-a-peça, encaixar no sítio, brilhante, translúcida, pura, sedosa... como uma pena.
E apenas e somente o que interessa.

Mas que raio de tanto peso sinto em cima? E quando tento tirar algum, afasto as pessoas. Afasto-me das pessoas.
Mas quem quero eu ser? Qual o equilíbrio?

Cada vez que procuro definir-me, vejo atitudes agressivas, impacientes, egoístas, nos últimos tempos... Mas eu não quero "estar" nem "ser" definida desta forma.
Mesmo tendo motivos, eu SEI, eu SEI que eu não sou estas emoções. Eu sei que posso controlar a forma como reajo e vejo todos estes "sujeitos" externos a mim. Por isso, não posso definir as minhas atitudes e, logo de seguida, trazer sempre justificações como se desculpassem cada comportamento.
I should know better!



Esta é mais ou menos a minha cabeça.












Eu sei como gostaria de estar neste momento.
Sei como quero ser e que caminho estou a fazer para Ser.
Mas, no meio de tanta mudança, estou a perder muita coisa e não estava preparada para isso... Sabia o que ía ganhar, mas não contei com as perdas...

E ainda não encontrei a melhor forma de Ser, nem o melhor caminho.


domingo, 11 de janeiro de 2015

FELIZ ANO 2015!

FELIZ ANO NOVO!!!

2015 é um grande ano!
É um ano de concretizações, de caminhadas, de aprendizagens, de Make It Happen, de conquistas, de vitórias, de alegrias, de alguns tropeções, mas de muitos sorrisos!

É ou não é?

Eu digo que SIM! Dentro do que estiver ao meu alcance, dentro do meu campo de escolha, eu vou querer que seja assim.


O ano 2014 acabou e nem tive oportunidade de me despedir por aqui. Mas agora não falha o Happy New Year!

Ainda não fiz a minha lista de TO DO's, nem revi a do ano passado. Mas sei que é importante manter o foco ao logo do ano e ir revendo os nossos objectivos.
Neste momento não tenho tanto tempo disponível pelos melhores motivos.
Um novo desafio profissional que me ocupa mais o tempo durante o dia e me leva também a estudar um pouco mais à noite. Por isso, a minha ausência do blog...

Espero em 2015 retomar por aqui.
Espero que tenham todos um ano 2015 ao melhor nível!
Espero que todos os seres possam viver em paz, essencialmente.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

The beginning of the end

Hoje não se fecha um ciclo, mas inicia-se o fecho de um ciclo.
Um ciclo longo onde fui muito feliz, acima de tudo, e onde dei tudo de mim.
Onde passei horas e horas, durante um determinado periodo da minha vida, muitas mais do que aquelas passadas em casa, e que hoje mostram-me que não fiz nada de que hoje me arrependa.





Deixei de fazer muitas coisas, sim, de me divertir, de fazer actividades, de relaxar, mas foi opção. Realizei-me em muito no trabalho que fiz. E, confesso, que não me arrependo.
Alguns dos meus colegas irão ficar chocados com esta afirmação. Mas não me arrependo.

Houve tempos que destruí um pouco da minha vida pessoal. Que deixei de ter e me dedicar a esse outro lado. Mas não foi culpa do trabalho. Foi culpa minha. Da minha falta de consciência das coisas. Da falta de capacidade de gestão.

E tive muita sorte. Durante muitos destes anos, tive sempre colegas/amigos que me acompanharam nessa viagem de dedicação profissional, horas tardias... Bons amigos. Que hoje não sentem que o esforço tenha valido. Mas eu não consigo pensar da mesma forma. A bem ou a mal, eu sentia-me realizada assim.

Let the end begin...

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A frescura perde-se

Há dias, na sequência de um post do Blog Ás nove no meu Blogue (que eu tanto gosto), escrevi que:

"Trabalhar o desapego é um dos grandes desafios de todos nós e nem sempre estamos dispostos a esse esforço. Mas há situações em que vale mesmo a pena. E quando uma porta se fecha e parece não existir janelas, há sempre uma forma de deitar abaixo os muros e voar noutra direcção:)"

Eu sei que há muita desgraça no mundo, mas vamos apenas falar no contexto da nossa vida, neste nosso mundinho aqui, com uma vida normal, numa sociedade sem guerras nem desgraças evidentes.

É realmente dificil trabalhar o desapego, trabalhar o nosso mundo sem dependência do externo. Conseguir olhar para dentro sem imediatamente acusar o de fora. Conseguir tomas as rédeas da nossa vida, sem nos fazermos de vítimas de tudo e mais alguma coisa.

É dificil não acusar o tempo do meu mau humor hoje.
É díficil não acusar o trabalho pelas minha dores de cabeça.
É difícil não acusar as crianças pelo meu cansaço físico.

Mas então como consigo controlar isto? Como consigo controlar esta necessidade de vitimização? Esta dependência daquilo que não sou eu? Como posso sair desta espiral?

Com muito esforço e com muita força de vontade? Pois...

Conseguirmos não nos identificarmos com a situação. Não sermos a situação. Desapegar-mo-nos do que vemos, do que sentimos...
Conseguir ver tudo de cima, dos lados, de um outro olhar que não o da nossa mente.

E tudo muda? Muda.
Consegue-se fazer? Consegue-se.
Sempre? Não sei. Eu não consigo sempre. Mas consigo mais vezes do que conseguia há um ano atrás.

E é impressionante como realmente a imagem muda. A nossa situação de dependência, a nossa identificação com a situação/pessoa/objecto, a nossa possessividade... quando vista por nós e não pela nossa mente.

São estas situações de dependência, que creio não serem mais que demonstrações de insegurança, medos, que muitas vezes nos bloqueiam. Bloqueiam a nossa liberdade. E qualquer coisa que bloqueie a nossa liberdade, é cortar no ar. É cortar na frescura das coisas. É cortar na felicidade. E perdem-se oportunidades. Perdem-se janelas que se abrem. Perdem-se capacidades de luta. E muros erguem-se. Muros que de repente não conseguimos destruir. E ficamos presos. Apegados. E a frescura... perde-se.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Flashback

Já vos aconteceu de repente vir um cheirinho e fazer-vos recuar no tempo, ou fazer-vos viajar momentaneamente para outro lugar?
Já vos aconteceu ouvir uma música e de repente olham em volta e estão noutro sítio com outras pessoas?
E em ambas situações, vocês não são efectivamente vocês? Têm o mesmo corpo, a mesma cara, mas sentem-se como se fossem outras pessoas?

E de repente apercebem-se que a vida andou para a frente e que tudo é tão impermanente quanto permanentemente mutável?

E nessa altura têm 2 possíveis acções/pensamentos:
a) Sorris e pensas:" O tempo avançou mesmo. Que bom que estou feliz e onde quero estar."
b) Baixas o olhar e pensas:"O tempo avançou mesmo. Não estou onde queria estar ou a fazer o que sonhei fazer."

Qual o vosso pensamento?

Life's a mystery! Let it roll!

Bjs

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Desafio da Gratidão Diário

Há alguns dias que circula na net o desafio da gratidão diário.
Durante 10 dias dizemos 3 coisas pelas quais somos gratas e nomeamos duas pessoas para seguir o desafio.
Poderia tornar-se um desafio viral, como aconteceu com o desafio do balde de água, mas não me parece que tenha assim acontecido.
O balde de água é muito mais giro, claro, e apesar de ter um propósito final, em praticamente todos os desafios que assisti na net (excluindo famosos), não vi qualquer retorno monetário para a instituição em causa.

Anyway, a aderência ao Desafio de Gratidão Diário foi bem sucedida nas pessoas que normalmente já o costumam fazer para si mesmas.

E porquê a exposição pública?
Tanto no Desafio do Balde de água como no Desafio de Gratidão, havia exposição pública. Num somos engraçados, no outro somos nós mesmos. Mas é mais fácil expormo-nos a fazer palhaçadas do que expormo-nos na nossa essência.

Poderíamos alegar que não precisamos de expor ao mundo a nossa gratidão em 3 factos, e é verdade! Mas creio que é sempre uma forma de chamar a atenção de alguém que não está habituado a fazê-lo! "Olha lá tu, sim tu. Eu sou grato porque hoje almocei nas calmas e foi relaxante e tu?"
"ah...eu, hem..."
E a pessoa põe-se a pensar. Pára e pensa. E descobre imensas coisas pelas quais deveria estar agradecida.
Este acto de parar e pensar, obriga-nos efectivamente a parar. Parar no nosso rodopio do dia-a-dia. Estar no momento presente. E valorizar o momento presente.

Eu efectivamente não precisava de fazer o Desafio de Gratidão de forma pública no facebook. E, sinceramente, não o fiz por mim. Eu já o faço num caderno, sem qualquer desafio associado.
Eu fi-lo por outros. Acreditei que ao nomear outras pessoas, elas poderiam realmente sentir-se de alguma forma vinculadas a um hábito que acabaria por se incorporar na sua rotina diária. E a parar no momento presente.

Mas tenho a certeza que não fui bem sucedida:)
Apenas consegui a minha prima a acompanhar-me neste desafio.
Espero que outros tenham conseguido alguém mais, e que, ao final de 1 ou dos 10 dias, tenham conseguido incutir nas pessoas esta necessidade de parar e estar no momento presente uns breves minutinhos por dia.

E agradecer. O cheirinho do café, os lençóis confortáveis ou simplesmente o sorriso de alguém.

Só por hoje sou grata por aqui escrever.


domingo, 31 de agosto de 2014

Regresso

Há muito tempo que não escrevo. E confesso que nem sei bem o que escrever.
Lembro-me sempre do blog e fico com pena, mas estes 2 últimos meses foram atípicos e acho que os próximos 2 serão igualmente:)
Há várias mudanças a acontecer e não sei se consigo acompanhar todas.
A partir de amanhã as coisas começam a finalizar num lado e a começar em outros.
A minha cabeça anda perdida e preciso encontrar-me para enfrentar tudo com serenidade e confiança:)
Here we go!

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Novos horizontes

Já há algum tempo que por aqui não passo... Ou melhor, já há bastante tempo que por aqui não passo.
Não é por esquecimento, não é por não ter carinho por este meu cantinho.
Simplesmente a vida está a levar-me por um outro caminho que me retira alguma disponibilidade para escrever.
Neste momento estou a ocupar o tempo a pesquisar e a estudar uma outra via na minha vida e não estou certa que conseguirei ser bem sucedida.

Nunca fui pessoa de arriscar. Nunca fui pessoa de sair muito da minha zona de conforto. Nunca fui pessoa de comunicar facilmente com outros. Nunca fui pessoa de ser o centro das atenções.
Mas vou arriscar. Vou tentar ser tudo aquilo que nunca fui até agora. Pela primeira vez estou a escolher a via mais incerta. A via que me faz sentir as borboletas na barriga, o coração aos pulos, as pernas a tremer, para no final sentir aquela sensação de realização.

Ainda assim, tenho medo. Tenho medo de não conseguir. Tenho medo de não ter a confiança necessária.

Definição de medo: o pensamento de que não conseguiremos ter algo que achamos que precisamos

"Hora de acordar...
Quando fazes essa escolha, quando decides virar as costas para o que é confortável e o que é seguro,... bem isso é o dia 1. De lá só fica mais difícil. Por isso certifica-te que é algo que queres. Porque o caminho mais fácil estará sempre lá, pronto para te arrastar... Estás a lutar contra um adversário que não consegues ver, mas consegues senti-lo... Senti-lo a respirar no teu pescoço. Sabes o que é isso? ÉS TU. Os teus medos, as tuas dúvidas e inseguranças todos alinhados como um pelotão de fuzilamento pronto para te atirar ao ar... Não é fácil de derrotá-los, mas estão longe de serem invencíveis... A grande batalha entre tu e a tua mente... Abafa a voz da incerteza com o som do teu próprio coração. Queima as dúvidas em ti próprio com o fogo que está dentro de ti..." From Vídeo Motivacional Hora de Acordar






Vou recomeçar.
Não, não vou recomeçar.
Vou mesmo começar um novo percurso, um novo curso, uma nova profissão.
Vou sonhar bem alto. Vou desejar bem alto. Vou viver acreditando que sou tudo aquilo que sempre achei ser impossível ser. Vou ganhar confiança. Vou acreditar em mim. Vou dar o meu melhor. E vou conseguir o melhor.
Porque haveria ser de outra forma?

...
Ainda assim, não consigo disfarçar. Ainda tenho medo. Tenho medo de não conseguir. Tenho medo de não ter as capacidades necessárias.

(Psss: é nesta altura que colocamos de fundo esta música e automaticamente sentimos cada célula do nosso corpo a rejubilar de coragem e determinação. E, de repente, vemos-nos erguidas, de peito aberto, passo firme, a descer a rua, em direcção ao sucesso!)




E tudo correrá bem. Visto o meu disfarce de Anti "lack of confidence" (não arranjei outro nome!) e lá vou eu.
Cá vou eu...

segunda-feira, 21 de julho de 2014

De regresso das Férias

Estive ausente uns largos dias por um bom motivo... FÉRIAS!
Férias marcadas no último dia.

Não foram as férias perfeitas dado que o S. esteve a trabalhar, mas os meus meninos estavam nitidamente felicíssimos com tudo e isso vale de muito.

Eu própria não larguei o trabalho e os primeiros dias foram um pouco stressantes, mas ok, compensou a saída da rotina normal.
Uma semana inteira a comer pequenos almoços de torradas, croissants, fruta, ovos, etc..., digamos que deixou por aqui algum estrago. Mas vou retomar uma dieta de comida saudável para ver se isto se compõe um pouco.

Umas fotos para registar e recordar.


A minha linda não queria ir à agua. Estava com medo. Mas foi só enfiá-la lá uma vez, que não queria sair mais. E dançava. E cantava. Só visto:)




O D. na sua zona de conforto. Areia e mar. Apanhar conchas. Feliz. Feliz.



Eu e 15 minutos de total liberdade enquanto estava dentro do mar. Relaxe total. Eu e a água. Fria, sim. Mas tranquila.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Parabéns Pessoa Preferida!

Hoje é um dia especial. Mais um neste mês de Julho.

Hoje faz anos a Pessoa Preferida dos Meus Filhos, o pai deles:)
Esta frase ficou marcada e acho que ficará para sempre marcada, quando o Di. (num trabalho da escola) respondeu à questão de "O meu pai é" com ... A minha pessoa preferida.

Isto diz tudo. Isto diz tudo da pessoa que escolhi para ser o pai dos meus filhos e que hoje faz 34 anos!

É a minha pessoa preferida também!

Infelizmente não iremos comemorar hoje com festa e bolo este dia especial, mas esperamos no fds compensar as últimas semanas de ausência com muito amor e muito tempo para brincarmos todos.





sexta-feira, 4 de julho de 2014

4 de Julho 2000-2014

Obrigada meu Amor,
... por fazeres parte de mim
... por me sorrires quando me vês
... por me abraçares quando preciso
... por me segurares quando caio
... pelos últimos 14 anos de amizade e cumplicidade
... por seres o pai preferido para os nossos filhos
... por me deixares voar quando ganho asas
... pelas gargalhadas que alimentam o meu sorriso
Obrigada meu Amor, pelo chá e pelas bolachas quando estou doente...
Obrigada, simplesmente obrigada!
Neste dia tão especial...

A música/cd a tocar desde 4 de Julho de 2000...

The Corrs: I'll be at your side


"Yesterday is gone. Tomorrow has not yet come. We have only today. Let us begin."  
Madre Teresa de Calcutá

Só por hoje, estou grata!
Obrigada.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Dream and make it happen!

Hoje estou assim.
A procurar motivação, a procurar concretizar, a procurar acreditar em mim, principalmente!


"...that dream that you hold in your mind, that is posible!"
But some of you already now, that it's hard, it's not easy.
It's hard changing your life."

"It's very important for you to believe that you are the one"

"If you wanna be more successful, if you wanna have and start things that have never been done before, I'm asking you: To invest in YOU!"





"I dare you to invest time! I dare you to be alone! I dare you to spend an hour to knowing yourself!"

"When you become who you are, when you become the person that you were created to be, design to be what you were designed to be..."

"...It's not over, until I win!"

Estes vídeos motivacionais, inspiradores, podem ser lenga-lenga, podem ser cor-de-rosa, mas quer se queira quer não, mexem com algumas células do nosso corpo durante uns minutos. Mesmo as pessoas mais desmotivadas, mais descrentes, mais descontentes com a vida, sentem de alguma forma qualquer coisa ao assistir a um bom filme de inspiração.

Esta é uma montagem muito bem conseguida! Precisava de ouvi-lha todos os dias:)
Se calhar precisávamos muitos de ouvi-la todos os dias para não reclamarmos tanto da vida e arregaçar as mangas. Ou, às vezes, é mais um empurrão para acreditarmos que conseguimos.
Ouçam-na hoje, pela primeira vez, ou novamente. Nem que seja para criar um pensamento positivo e alterar a vibração das células do nosso corpo por uns minutos:)

Hoje esta caiu-me novamente na "sopa". E como nada é por acaso...

terça-feira, 1 de julho de 2014

A vida em sentido contrário

Se já não é aceitável perder um "pai", como eu perdi aos 29 anos de idade, muito menos será aceitável uma mãe perder um filho de 29 anos de idade, como a jornalista Judite de Sousa perdeu.
É contra-natura, é uma inversão do sentido da vida, é um sofrimento desmesurável.
São ainda muitos anos de vida sem que ela possa usufruir fisicamente do filho. É muito tempo ainda para sofrer...

Tal como a jornalista, muitos passam por esta dor diariamente, e será uma dor horrível, indescritível e desumana.
A mesma pela qual estarão a passar os pais das 2 crianças que morreram em sequência do acidente de Moto4...

Ninguém deveria ter de lidar com isto.
Como se sobrevive a algo assim?
Qual a motivação para continuar a viver?

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Confesso que fico um pouco nervosa a ver jogos de futebol.
Muito nervosa e muita irritadinha quando as coisas não correm bem.

A minha via zen e de "Só por hoje não te preocupes", não se aplica nestas alturas. Não consigo.

Ontem ainda faltavam 15 minutos para o fim do jogo e fui para outra televisão, para outro canal, para tentar relaxar um pouco antes de dormir. Lá ouvi o golo de Portugal 1º no andar de baixo e uns 3 segundos depois no andar de cima. Um desfasamento temporal de emoções. Os do andar de baixo ficam a ganhar e a perder primeiro.

Ao mesmo tempo fiquei a pensar. Não aguento com a possibilidade de desilusão ao ver um jogo e por isso desisto muitas vezes de o ver antes de chegar ao fim, mas também acabo por não gozar as vitórias em directo quando acontecem. A emoção real e intensa dessa sensação não é a mesma que a emoção quando se sabe da vitória passado uns minutos.

Não vivo o mau, mas também não vivo o bom. Where's the fun? What's the point?



Os jogos de Portugal são uma boa oportunidade (única no futebol) de gozar as vitórias em conjunto com o S. E quando são partilhadas, a emoção é ainda maior. Mas, quando a equipa joga mal, sem esforço, sem muita vontade, acabam-se as minhas esperanças de saltar de alegria com o S.
Por isso, resta-me mudar para o Porto ou ele mudar para o Benfica. E como nada disto irá acontecer, é melhor esquecer durante uns tempos essa vontade de festejar a vitória de Portugal com o portista lá de casa.
E a vitória contra o Gana não irá contar, de certeza.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

A imprevisibilidade

Quem me conhece sabe que gosto de planear as coisas.
Sou menos paranóica que há uns anos, mas gosto de saber o que vou fazer hoje ou amanhã.

Sexta-feira foi um dia imprevisível.
Precisava trocar os pneus do carro e tinha previsto ir à tarde, mas por ser feriado em Lisboa, não dava.
Estava em stress porque precisava de agendar uma reunião para esse dia e coordenar com a ida à troca de pneus e no final nem a reunião, nem a ida aos pneus, aconteceram.
Tinha imensos pontos a tratar durante a tarde no trabalho e não sabia como o iria conseguir, mas o meu carro ficou sem bateria à hora do almoço, e lá me vi enfiada na oficina a trocar de carro e a chegar ao trabalho a meio da tarde e com tanto por fazer. Claro que algumas coisas ficaram por resolver, mas também não foi o fim do mundo.

Enfim, já não chegava o stress de não saber como haveria de conseguir conjugar a reuniao, com a necessidade de troca de pneus, tinha ainda por cima que me avariar o carro e com trabalho urgente para despachar.
Ah, e no meio disto tudo não consegui fazer o que queria, que era na hora do almoço comprar os ingredientes para fazer uma sobremesa nesse dia.

E, pronto, às vezes a vida gosta de nos mostrar realmente que nada controlamos, e que quando está virada do avesso, mais vale virarmos-nos do avesso também para a acompanhar com um sorriso e sem reclamar muito...
Se reclamarmos muito, ela prega-nos outra partida.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

What do I want?

What do I want?
What do I want?
What do I want?

Acho dificílimo responder a esta pergunta neste momento. E precisava tanto saber a resposta certeira...

Já procurei no Google, e não encontro. Ainda não conseguiram criar uma plataforma que nos consiga ler a alma, por forma a responder-nos a uma questão tão simples quanto esta.
Mas se é tão simples, porque não consigo responder?

Não posso simplesmente dizer que quero ganhar o euromilhões. Não depende de mim. Vou ficar sentada à espera.... E viver sem rumo até tal acontecer. Se acontecer.

Tenho menos de 4 meses para pensar no assunto. E 4 meses passam a correr... e eu não posso simplesmente ficar sentada a vê-los correr.

AHHHHHH! Pronto. Gritei.





sexta-feira, 6 de junho de 2014

Chuva? Really?

Really?
Chuva e mais chuva?
Vejam lá fora.

Parece um dia típico de Inverno, ou melhor, dos últimos 9 meses neste país.


O que vale é que tenho um Molotof no forno de casa à espera de ser testado:)
Vamos lá ver como ficou o 1º Molotof da Je.

Mas acho que com este mau tempo, teria feito melhor se tivesse um bolo de chocolate, cheio de cobertura a escorrer, à minha espera. Como este...



O que fazer num fds prolongado com este tempo? Em pleno mês de Junho?
Ir ao cinema com as crianças, p. ex.
Fazer bolachas e panquecas com as crianças.
Comer sushi com o S.

Pronto, vamos deixar para o fds seguinte uma ida ao parque.
Ups, parece que o fds seguinte também dá chuva... Really? Como é possivel...