Hoje não se fecha um ciclo, mas inicia-se o fecho de um ciclo.
Um ciclo longo onde fui muito feliz, acima de tudo, e onde dei tudo de mim.
Onde passei horas e horas, durante um determinado periodo da minha vida, muitas mais do que aquelas passadas em casa, e que hoje mostram-me que não fiz nada de que hoje me arrependa.
Deixei de fazer muitas coisas, sim, de me divertir, de fazer actividades, de relaxar, mas foi opção. Realizei-me em muito no trabalho que fiz. E, confesso, que não me arrependo.
Alguns dos meus colegas irão ficar chocados com esta afirmação. Mas não me arrependo.
Houve tempos que destruí um pouco da minha vida pessoal. Que deixei de ter e me dedicar a esse outro lado. Mas não foi culpa do trabalho. Foi culpa minha. Da minha falta de consciência das coisas. Da falta de capacidade de gestão.
E tive muita sorte. Durante muitos destes anos, tive sempre colegas/amigos que me acompanharam nessa viagem de dedicação profissional, horas tardias... Bons amigos. Que hoje não sentem que o esforço tenha valido. Mas eu não consigo pensar da mesma forma. A bem ou a mal, eu sentia-me realizada assim.
Let the end begin...
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
A frescura perde-se
Há dias, na sequência de um post do Blog Ás nove no meu Blogue (que eu tanto gosto), escrevi que:
"Trabalhar o desapego é um dos grandes desafios de todos nós e nem sempre estamos dispostos a esse esforço. Mas há situações em que vale mesmo a pena. E quando uma porta se fecha e parece não existir janelas, há sempre uma forma de deitar abaixo os muros e voar noutra direcção:)"
Eu sei que há muita desgraça no mundo, mas vamos apenas falar no contexto da nossa vida, neste nosso mundinho aqui, com uma vida normal, numa sociedade sem guerras nem desgraças evidentes.
É realmente dificil trabalhar o desapego, trabalhar o nosso mundo sem dependência do externo. Conseguir olhar para dentro sem imediatamente acusar o de fora. Conseguir tomas as rédeas da nossa vida, sem nos fazermos de vítimas de tudo e mais alguma coisa.
É dificil não acusar o tempo do meu mau humor hoje.
É díficil não acusar o trabalho pelas minha dores de cabeça.
É difícil não acusar as crianças pelo meu cansaço físico.
Mas então como consigo controlar isto? Como consigo controlar esta necessidade de vitimização? Esta dependência daquilo que não sou eu? Como posso sair desta espiral?
Com muito esforço e com muita força de vontade? Pois...
Conseguirmos não nos identificarmos com a situação. Não sermos a situação. Desapegar-mo-nos do que vemos, do que sentimos...
Conseguir ver tudo de cima, dos lados, de um outro olhar que não o da nossa mente.
E tudo muda? Muda.
Consegue-se fazer? Consegue-se.
Sempre? Não sei. Eu não consigo sempre. Mas consigo mais vezes do que conseguia há um ano atrás.
E é impressionante como realmente a imagem muda. A nossa situação de dependência, a nossa identificação com a situação/pessoa/objecto, a nossa possessividade... quando vista por nós e não pela nossa mente.
São estas situações de dependência, que creio não serem mais que demonstrações de insegurança, medos, que muitas vezes nos bloqueiam. Bloqueiam a nossa liberdade. E qualquer coisa que bloqueie a nossa liberdade, é cortar no ar. É cortar na frescura das coisas. É cortar na felicidade. E perdem-se oportunidades. Perdem-se janelas que se abrem. Perdem-se capacidades de luta. E muros erguem-se. Muros que de repente não conseguimos destruir. E ficamos presos. Apegados. E a frescura... perde-se.
Conseguirmos não nos identificarmos com a situação. Não sermos a situação. Desapegar-mo-nos do que vemos, do que sentimos...
Conseguir ver tudo de cima, dos lados, de um outro olhar que não o da nossa mente.
E tudo muda? Muda.
Consegue-se fazer? Consegue-se.
Sempre? Não sei. Eu não consigo sempre. Mas consigo mais vezes do que conseguia há um ano atrás.
E é impressionante como realmente a imagem muda. A nossa situação de dependência, a nossa identificação com a situação/pessoa/objecto, a nossa possessividade... quando vista por nós e não pela nossa mente.
São estas situações de dependência, que creio não serem mais que demonstrações de insegurança, medos, que muitas vezes nos bloqueiam. Bloqueiam a nossa liberdade. E qualquer coisa que bloqueie a nossa liberdade, é cortar no ar. É cortar na frescura das coisas. É cortar na felicidade. E perdem-se oportunidades. Perdem-se janelas que se abrem. Perdem-se capacidades de luta. E muros erguem-se. Muros que de repente não conseguimos destruir. E ficamos presos. Apegados. E a frescura... perde-se.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Aniversário da C.
A minha menina C. fez 3 anos há duas semanas...
Olho para ela e vejo de repente o meu bebé a desaparecer. Está a ficar uma menina crescidinha e, apesar de não ter quaisquer saudades de quando era bebé mesmo, faz-me pensar que realmente estes primeiros anos passam a correr e rapidamente vamos deixar de tê-los debaixo do nosso olhar.
Enfim, lamechices que não valem a pena. É o ciclo da vida e há que aproveitar cada momento.
Queria mostrar-vos o bolo que fizemos, eu e as minhas queridas amigas S. e Lu. Uma aventura a 3 formidável. Quando fazemos as coisas em conjunto com quem mais gostamos o resultado só pode ser muito divertimento, companheirismo e muita amizade.
A receita do bolo é do livro http://www.fnac.pt/Momentos-Doces-Mafalda-Matias/a673042, do qual já fiz os cupcakes de baunilha aqui.
Como eu queria um bolo de massa branca, pois os meninos da sala da C. são todos de 3 anos, fiz esta receita duas vezes e coloquei um bolo por cima do outro com recheio de morango. Como voltei a repetir o mesmo para a festa lá em casa, sei que ficou muito bom.
RECEITA
Massa:
- 250g de manteiga (à temperatura ambiente)
- 250g açucar
- 200g de farinha (usei com fermento)
- 1 c. chá cheia de fermento
- 6 ovos
- 50ml de leite
Preparação:
1. Pré-aqueça o forno a 180ºC.
2. Unte uma forma com manteiga e farinha.
Modo tradicional:
2. Para a massa, bata a manteiga com o açúcar. Junte os ovos inteiros, um a um, e bata na velocidade máxima até obter uma textura aveludada. Junte o leite e bata. Junte a farinha peneirada e previamente misturada com o fermento e bata na velocidade mínima apenas para incorporar.
3. Coloque na forma.
4. Leva ao forno 30 minutos. Retire e deixe arrefecer totalmente.
5. Repetir o processo.
Mesa de trabalho:
Partes do bolo em preparação:
Restos do bolo:
A inspiração do bolo veio deste link.
A C. ajudou no 2º bolo quando foi para a festa de familia no fds. Estava numa alegria só de mexer na pasta e lá se entreteve com os materiais.
Obrigada queridas amigas S. e Lu por esta ajuda preciosa e pelos momentos bons nesta partilha!
E Feliz aniversário à minha filhota linda!
No fds passado já estava a dizer que queria um bolo da Kitty. Ela não tem noção do tempo, mas eu tenho noção do trabalhão que dá e parece-me que agora só daqui a um ano, pois fico sempre sem paciência após estas aventuras!
Olho para ela e vejo de repente o meu bebé a desaparecer. Está a ficar uma menina crescidinha e, apesar de não ter quaisquer saudades de quando era bebé mesmo, faz-me pensar que realmente estes primeiros anos passam a correr e rapidamente vamos deixar de tê-los debaixo do nosso olhar.
Enfim, lamechices que não valem a pena. É o ciclo da vida e há que aproveitar cada momento.
Queria mostrar-vos o bolo que fizemos, eu e as minhas queridas amigas S. e Lu. Uma aventura a 3 formidável. Quando fazemos as coisas em conjunto com quem mais gostamos o resultado só pode ser muito divertimento, companheirismo e muita amizade.
A receita do bolo é do livro http://www.fnac.pt/Momentos-Doces-Mafalda-Matias/a673042, do qual já fiz os cupcakes de baunilha aqui.
Como eu queria um bolo de massa branca, pois os meninos da sala da C. são todos de 3 anos, fiz esta receita duas vezes e coloquei um bolo por cima do outro com recheio de morango. Como voltei a repetir o mesmo para a festa lá em casa, sei que ficou muito bom.
RECEITA
Massa:
- 250g de manteiga (à temperatura ambiente)
- 250g açucar
- 200g de farinha (usei com fermento)
- 1 c. chá cheia de fermento
- 6 ovos
- 50ml de leite
Preparação:
1. Pré-aqueça o forno a 180ºC.
2. Unte uma forma com manteiga e farinha.
Modo tradicional:
2. Para a massa, bata a manteiga com o açúcar. Junte os ovos inteiros, um a um, e bata na velocidade máxima até obter uma textura aveludada. Junte o leite e bata. Junte a farinha peneirada e previamente misturada com o fermento e bata na velocidade mínima apenas para incorporar.
3. Coloque na forma.
4. Leva ao forno 30 minutos. Retire e deixe arrefecer totalmente.
5. Repetir o processo.
Mesa de trabalho:
Partes do bolo em preparação:
Bolo finalizado:
Restos do bolo:
A inspiração do bolo veio deste link.
A C. ajudou no 2º bolo quando foi para a festa de familia no fds. Estava numa alegria só de mexer na pasta e lá se entreteve com os materiais.
Obrigada queridas amigas S. e Lu por esta ajuda preciosa e pelos momentos bons nesta partilha!
E Feliz aniversário à minha filhota linda!
No fds passado já estava a dizer que queria um bolo da Kitty. Ela não tem noção do tempo, mas eu tenho noção do trabalhão que dá e parece-me que agora só daqui a um ano, pois fico sempre sem paciência após estas aventuras!
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Flashback
Já vos aconteceu de repente vir um cheirinho e fazer-vos recuar no tempo, ou fazer-vos viajar momentaneamente para outro lugar?
Já vos aconteceu ouvir uma música e de repente olham em volta e estão noutro sítio com outras pessoas?
E em ambas situações, vocês não são efectivamente vocês? Têm o mesmo corpo, a mesma cara, mas sentem-se como se fossem outras pessoas?
E de repente apercebem-se que a vida andou para a frente e que tudo é tão impermanente quanto permanentemente mutável?
E nessa altura têm 2 possíveis acções/pensamentos:
a) Sorris e pensas:" O tempo avançou mesmo. Que bom que estou feliz e onde quero estar."
b) Baixas o olhar e pensas:"O tempo avançou mesmo. Não estou onde queria estar ou a fazer o que sonhei fazer."
Qual o vosso pensamento?
Life's a mystery! Let it roll!
Bjs
Já vos aconteceu ouvir uma música e de repente olham em volta e estão noutro sítio com outras pessoas?
E em ambas situações, vocês não são efectivamente vocês? Têm o mesmo corpo, a mesma cara, mas sentem-se como se fossem outras pessoas?
E de repente apercebem-se que a vida andou para a frente e que tudo é tão impermanente quanto permanentemente mutável?
E nessa altura têm 2 possíveis acções/pensamentos:
a) Sorris e pensas:" O tempo avançou mesmo. Que bom que estou feliz e onde quero estar."
b) Baixas o olhar e pensas:"O tempo avançou mesmo. Não estou onde queria estar ou a fazer o que sonhei fazer."
Qual o vosso pensamento?
Life's a mystery! Let it roll!
Bjs
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Desafio da Gratidão Diário
Há alguns dias que circula na net o desafio da gratidão diário.
Durante 10 dias dizemos 3 coisas pelas quais somos gratas e nomeamos duas pessoas para seguir o desafio.
Poderia tornar-se um desafio viral, como aconteceu com o desafio do balde de água, mas não me parece que tenha assim acontecido.
O balde de água é muito mais giro, claro, e apesar de ter um propósito final, em praticamente todos os desafios que assisti na net (excluindo famosos), não vi qualquer retorno monetário para a instituição em causa.
Anyway, a aderência ao Desafio de Gratidão Diário foi bem sucedida nas pessoas que normalmente já o costumam fazer para si mesmas.
E porquê a exposição pública?
Tanto no Desafio do Balde de água como no Desafio de Gratidão, havia exposição pública. Num somos engraçados, no outro somos nós mesmos. Mas é mais fácil expormo-nos a fazer palhaçadas do que expormo-nos na nossa essência.
Poderíamos alegar que não precisamos de expor ao mundo a nossa gratidão em 3 factos, e é verdade! Mas creio que é sempre uma forma de chamar a atenção de alguém que não está habituado a fazê-lo! "Olha lá tu, sim tu. Eu sou grato porque hoje almocei nas calmas e foi relaxante e tu?"
"ah...eu, hem..."
E a pessoa põe-se a pensar. Pára e pensa. E descobre imensas coisas pelas quais deveria estar agradecida.
Este acto de parar e pensar, obriga-nos efectivamente a parar. Parar no nosso rodopio do dia-a-dia. Estar no momento presente. E valorizar o momento presente.
Eu efectivamente não precisava de fazer o Desafio de Gratidão de forma pública no facebook. E, sinceramente, não o fiz por mim. Eu já o faço num caderno, sem qualquer desafio associado.
Eu fi-lo por outros. Acreditei que ao nomear outras pessoas, elas poderiam realmente sentir-se de alguma forma vinculadas a um hábito que acabaria por se incorporar na sua rotina diária. E a parar no momento presente.
Mas tenho a certeza que não fui bem sucedida:)
Apenas consegui a minha prima a acompanhar-me neste desafio.
Espero que outros tenham conseguido alguém mais, e que, ao final de 1 ou dos 10 dias, tenham conseguido incutir nas pessoas esta necessidade de parar e estar no momento presente uns breves minutinhos por dia.
E agradecer. O cheirinho do café, os lençóis confortáveis ou simplesmente o sorriso de alguém.
Só por hoje sou grata por aqui escrever.
Durante 10 dias dizemos 3 coisas pelas quais somos gratas e nomeamos duas pessoas para seguir o desafio.
Poderia tornar-se um desafio viral, como aconteceu com o desafio do balde de água, mas não me parece que tenha assim acontecido.
O balde de água é muito mais giro, claro, e apesar de ter um propósito final, em praticamente todos os desafios que assisti na net (excluindo famosos), não vi qualquer retorno monetário para a instituição em causa.
Anyway, a aderência ao Desafio de Gratidão Diário foi bem sucedida nas pessoas que normalmente já o costumam fazer para si mesmas.
E porquê a exposição pública?
Tanto no Desafio do Balde de água como no Desafio de Gratidão, havia exposição pública. Num somos engraçados, no outro somos nós mesmos. Mas é mais fácil expormo-nos a fazer palhaçadas do que expormo-nos na nossa essência.
Poderíamos alegar que não precisamos de expor ao mundo a nossa gratidão em 3 factos, e é verdade! Mas creio que é sempre uma forma de chamar a atenção de alguém que não está habituado a fazê-lo! "Olha lá tu, sim tu. Eu sou grato porque hoje almocei nas calmas e foi relaxante e tu?"
"ah...eu, hem..."
E a pessoa põe-se a pensar. Pára e pensa. E descobre imensas coisas pelas quais deveria estar agradecida.
Este acto de parar e pensar, obriga-nos efectivamente a parar. Parar no nosso rodopio do dia-a-dia. Estar no momento presente. E valorizar o momento presente.
Eu efectivamente não precisava de fazer o Desafio de Gratidão de forma pública no facebook. E, sinceramente, não o fiz por mim. Eu já o faço num caderno, sem qualquer desafio associado.
Eu fi-lo por outros. Acreditei que ao nomear outras pessoas, elas poderiam realmente sentir-se de alguma forma vinculadas a um hábito que acabaria por se incorporar na sua rotina diária. E a parar no momento presente.
Mas tenho a certeza que não fui bem sucedida:)
Apenas consegui a minha prima a acompanhar-me neste desafio.
Espero que outros tenham conseguido alguém mais, e que, ao final de 1 ou dos 10 dias, tenham conseguido incutir nas pessoas esta necessidade de parar e estar no momento presente uns breves minutinhos por dia.
E agradecer. O cheirinho do café, os lençóis confortáveis ou simplesmente o sorriso de alguém.
Só por hoje sou grata por aqui escrever.
domingo, 31 de agosto de 2014
Regresso
Há muito tempo que não escrevo. E confesso que nem sei bem o que escrever.
Lembro-me sempre do blog e fico com pena, mas estes 2 últimos meses foram atípicos e acho que os próximos 2 serão igualmente:)
Há várias mudanças a acontecer e não sei se consigo acompanhar todas.
A partir de amanhã as coisas começam a finalizar num lado e a começar em outros.
A minha cabeça anda perdida e preciso encontrar-me para enfrentar tudo com serenidade e confiança:)
Here we go!
Lembro-me sempre do blog e fico com pena, mas estes 2 últimos meses foram atípicos e acho que os próximos 2 serão igualmente:)
Há várias mudanças a acontecer e não sei se consigo acompanhar todas.
A partir de amanhã as coisas começam a finalizar num lado e a começar em outros.
A minha cabeça anda perdida e preciso encontrar-me para enfrentar tudo com serenidade e confiança:)
Here we go!
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Novos horizontes
Já há algum tempo que por aqui não passo... Ou melhor, já há bastante tempo que por aqui não passo.
Não é por esquecimento, não é por não ter carinho por este meu cantinho.
Simplesmente a vida está a levar-me por um outro caminho que me retira alguma disponibilidade para escrever.
Neste momento estou a ocupar o tempo a pesquisar e a estudar uma outra via na minha vida e não estou certa que conseguirei ser bem sucedida.
Nunca fui pessoa de arriscar. Nunca fui pessoa de sair muito da minha zona de conforto. Nunca fui pessoa de comunicar facilmente com outros. Nunca fui pessoa de ser o centro das atenções.
Mas vou arriscar. Vou tentar ser tudo aquilo que nunca fui até agora. Pela primeira vez estou a escolher a via mais incerta. A via que me faz sentir as borboletas na barriga, o coração aos pulos, as pernas a tremer, para no final sentir aquela sensação de realização.
Ainda assim, tenho medo. Tenho medo de não conseguir. Tenho medo de não ter a confiança necessária.
Definição de medo: o pensamento de que não conseguiremos ter algo que achamos que precisamos
"Hora de acordar...
Quando fazes essa escolha, quando decides virar as costas para o que é confortável e o que é seguro,... bem isso é o dia 1. De lá só fica mais difícil. Por isso certifica-te que é algo que queres. Porque o caminho mais fácil estará sempre lá, pronto para te arrastar... Estás a lutar contra um adversário que não consegues ver, mas consegues senti-lo... Senti-lo a respirar no teu pescoço. Sabes o que é isso? ÉS TU. Os teus medos, as tuas dúvidas e inseguranças todos alinhados como um pelotão de fuzilamento pronto para te atirar ao ar... Não é fácil de derrotá-los, mas estão longe de serem invencíveis... A grande batalha entre tu e a tua mente... Abafa a voz da incerteza com o som do teu próprio coração. Queima as dúvidas em ti próprio com o fogo que está dentro de ti..." From Vídeo Motivacional Hora de Acordar
Vou recomeçar.
Não, não vou recomeçar.
Vou mesmo começar um novo percurso, um novo curso, uma nova profissão.
Vou sonhar bem alto. Vou desejar bem alto. Vou viver acreditando que sou tudo aquilo que sempre achei ser impossível ser. Vou ganhar confiança. Vou acreditar em mim. Vou dar o meu melhor. E vou conseguir o melhor.
Porque haveria ser de outra forma?
...
Ainda assim, não consigo disfarçar. Ainda tenho medo. Tenho medo de não conseguir. Tenho medo de não ter as capacidades necessárias.
(Psss: é nesta altura que colocamos de fundo esta música e automaticamente sentimos cada célula do nosso corpo a rejubilar de coragem e determinação. E, de repente, vemos-nos erguidas, de peito aberto, passo firme, a descer a rua, em direcção ao sucesso!)
E tudo correrá bem. Visto o meu disfarce de Anti "lack of confidence" (não arranjei outro nome!) e lá vou eu.
Cá vou eu...
Não é por esquecimento, não é por não ter carinho por este meu cantinho.
Simplesmente a vida está a levar-me por um outro caminho que me retira alguma disponibilidade para escrever.
Neste momento estou a ocupar o tempo a pesquisar e a estudar uma outra via na minha vida e não estou certa que conseguirei ser bem sucedida.
Nunca fui pessoa de arriscar. Nunca fui pessoa de sair muito da minha zona de conforto. Nunca fui pessoa de comunicar facilmente com outros. Nunca fui pessoa de ser o centro das atenções.
Mas vou arriscar. Vou tentar ser tudo aquilo que nunca fui até agora. Pela primeira vez estou a escolher a via mais incerta. A via que me faz sentir as borboletas na barriga, o coração aos pulos, as pernas a tremer, para no final sentir aquela sensação de realização.
Ainda assim, tenho medo. Tenho medo de não conseguir. Tenho medo de não ter a confiança necessária.
Definição de medo: o pensamento de que não conseguiremos ter algo que achamos que precisamos
"Hora de acordar...
Quando fazes essa escolha, quando decides virar as costas para o que é confortável e o que é seguro,... bem isso é o dia 1. De lá só fica mais difícil. Por isso certifica-te que é algo que queres. Porque o caminho mais fácil estará sempre lá, pronto para te arrastar... Estás a lutar contra um adversário que não consegues ver, mas consegues senti-lo... Senti-lo a respirar no teu pescoço. Sabes o que é isso? ÉS TU. Os teus medos, as tuas dúvidas e inseguranças todos alinhados como um pelotão de fuzilamento pronto para te atirar ao ar... Não é fácil de derrotá-los, mas estão longe de serem invencíveis... A grande batalha entre tu e a tua mente... Abafa a voz da incerteza com o som do teu próprio coração. Queima as dúvidas em ti próprio com o fogo que está dentro de ti..." From Vídeo Motivacional Hora de Acordar
Vou recomeçar.
Não, não vou recomeçar.
Vou mesmo começar um novo percurso, um novo curso, uma nova profissão.
Vou sonhar bem alto. Vou desejar bem alto. Vou viver acreditando que sou tudo aquilo que sempre achei ser impossível ser. Vou ganhar confiança. Vou acreditar em mim. Vou dar o meu melhor. E vou conseguir o melhor.
Porque haveria ser de outra forma?
...
Ainda assim, não consigo disfarçar. Ainda tenho medo. Tenho medo de não conseguir. Tenho medo de não ter as capacidades necessárias.
(Psss: é nesta altura que colocamos de fundo esta música e automaticamente sentimos cada célula do nosso corpo a rejubilar de coragem e determinação. E, de repente, vemos-nos erguidas, de peito aberto, passo firme, a descer a rua, em direcção ao sucesso!)
E tudo correrá bem. Visto o meu disfarce de Anti "lack of confidence" (não arranjei outro nome!) e lá vou eu.
Cá vou eu...
segunda-feira, 21 de julho de 2014
De regresso das Férias
Estive ausente uns largos dias por um bom motivo... FÉRIAS!
Férias marcadas no último dia.
Não foram as férias perfeitas dado que o S. esteve a trabalhar, mas os meus meninos estavam nitidamente felicíssimos com tudo e isso vale de muito.
Eu própria não larguei o trabalho e os primeiros dias foram um pouco stressantes, mas ok, compensou a saída da rotina normal.
Uma semana inteira a comer pequenos almoços de torradas, croissants, fruta, ovos, etc..., digamos que deixou por aqui algum estrago. Mas vou retomar uma dieta de comida saudável para ver se isto se compõe um pouco.
Umas fotos para registar e recordar.
A minha linda não queria ir à agua. Estava com medo. Mas foi só enfiá-la lá uma vez, que não queria sair mais. E dançava. E cantava. Só visto:)
O D. na sua zona de conforto. Areia e mar. Apanhar conchas. Feliz. Feliz.
Eu e 15 minutos de total liberdade enquanto estava dentro do mar. Relaxe total. Eu e a água. Fria, sim. Mas tranquila.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Parabéns Pessoa Preferida!
Hoje é um dia especial. Mais um neste mês de Julho.
Hoje faz anos a Pessoa Preferida dos Meus Filhos, o pai deles:)
Esta frase ficou marcada e acho que ficará para sempre marcada, quando o Di. (num trabalho da escola) respondeu à questão de "O meu pai é" com ... A minha pessoa preferida.
Isto diz tudo. Isto diz tudo da pessoa que escolhi para ser o pai dos meus filhos e que hoje faz 34 anos!
É a minha pessoa preferida também!
Infelizmente não iremos comemorar hoje com festa e bolo este dia especial, mas esperamos no fds compensar as últimas semanas de ausência com muito amor e muito tempo para brincarmos todos.
Hoje faz anos a Pessoa Preferida dos Meus Filhos, o pai deles:)
Esta frase ficou marcada e acho que ficará para sempre marcada, quando o Di. (num trabalho da escola) respondeu à questão de "O meu pai é" com ... A minha pessoa preferida.
Isto diz tudo. Isto diz tudo da pessoa que escolhi para ser o pai dos meus filhos e que hoje faz 34 anos!
É a minha pessoa preferida também!
Infelizmente não iremos comemorar hoje com festa e bolo este dia especial, mas esperamos no fds compensar as últimas semanas de ausência com muito amor e muito tempo para brincarmos todos.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
4 de Julho 2000-2014
Obrigada meu Amor,
... por fazeres parte de mim
... por me sorrires quando me vês
... por me abraçares quando preciso
... por me segurares quando caio
... pelos últimos 14 anos de amizade e cumplicidade
... por seres o pai preferido para os nossos filhos
... por me deixares voar quando ganho asas
... pelas gargalhadas que alimentam o meu sorriso
Obrigada meu Amor, pelo chá e pelas bolachas quando estou doente...
Obrigada, simplesmente obrigada!
Neste dia tão especial...
A música/cd a tocar desde 4 de Julho de 2000...
"Yesterday is gone. Tomorrow has not yet come. We have only today. Let us begin."
Madre Teresa de Calcutá
Só por hoje, estou grata!
Obrigada.
... por fazeres parte de mim
... por me sorrires quando me vês
... por me abraçares quando preciso
... por me segurares quando caio
... pelos últimos 14 anos de amizade e cumplicidade
... por seres o pai preferido para os nossos filhos
... por me deixares voar quando ganho asas
... pelas gargalhadas que alimentam o meu sorriso
Obrigada meu Amor, pelo chá e pelas bolachas quando estou doente...
Obrigada, simplesmente obrigada!
Neste dia tão especial...
A música/cd a tocar desde 4 de Julho de 2000...
The Corrs: I'll be at your side
"Yesterday is gone. Tomorrow has not yet come. We have only today. Let us begin."
Madre Teresa de Calcutá
Só por hoje, estou grata!
Obrigada.
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